Método

Como a gente decide o que não te vender.

Toda proposta da RPE nasce de uma recusa: descartamos os caminhos caros demais, complexos demais ou cedo demais — e o que sobra é o que você recebe. Esta página mostra esse filtro por dentro, incluindo a lista do que a gente não aceita fazer.

O processo

Quatro passos. O primeiro é só ouvir.

01

Você mostra como funciona hoje

Pode ser planilha, print, áudio, tela, documento ou só a explicação da rotina.

02

A gente encontra o gargalo real

Entendemos onde há retrabalho, perda de informação, falta de controle ou decisão manual demais.

03

Indicamos o caminho mais simples

Sistema, automação, agente, planilha melhor ou nenhuma venda agora.

04

Se fizer sentido, colocamos para rodar

Escopo enxuto, prazo claro e primeira versão funcional para uso real.

Anti-portfólio

O que a RPE recusa — de propósito.

MVP de startup para investidor

Você precisa de um sócio técnico, não de um fornecedor. Indicamos gente boa nisso.

Plataforma gigante de uma vez

Escopo de 8 meses sem uso real no meio é aposta, não engenharia. Fatiamos ou recusamos.

IA porque está na moda

Agente sem base organizada e volume real é demo de reunião. Primeiro o processo, depois a IA.

Substituir um sistema que funciona

Se o problema é treinamento ou configuração, a recomendação é ajustar — custa 10x menos.

Projeto sem dono do lado do cliente

Sistema interno sem alguém que responda por ele morre em 3 meses. Esperamos ter o dono.

Publicar isso filtra metade dos orçamentos que chegariam errados — e é exatamente o ponto. O tempo que sobra vai para os processos onde dá para fazer diferença real.

aceitando novos diagnósticos
Rodrigo, fundador da RPE Solution

Quem está por trás

Rodrigo, fundador.

Me formei em Engenharia de Software e em Economia — e foi o atrito entre as duas que virou a RPE. Na engenharia, entendi que a maioria dos gargalos operacionais não precisa de um sistema gigante. Na economia, que software caro demais para o ganho que gera é prejuízo disfarçado de investimento.

Cansei de ver empresa boa pagando fortuna por plataforma que usa 10%. Então inverti a ordem: primeiro o diagnóstico honesto, depois a conta de quanto aquilo se paga, e só no fim o código — no menor tamanho que resolve. Quem conversa com você é quem entende do problema e quem vai construir. Sem intermediário traduzindo errado.

  • Diagnóstico antes de proposta — sempre, sem exceção
  • A menor solução que resolve é a melhor solução
  • Código e dados são do cliente, não nossos reféns
  • Prazo honesto vale mais que prazo bonito
  • Se não formos a escolha certa, falamos quem é

O primeiro passo

Me mostra como funciona hoje. O resto vem depois.